FEBEAPÁ

Realmente o nosso saudoso Stanislaw Ponte Preto tinha razão quando lançou o FEBEAPA ( Festival De Besteiras que Assola o País) e profetizou com maestria porque hoje é grande a ocorrência.

Comenta-se muito a respeito das falas equivocadas do Presidente, claro que pela importância que se reveste em função do cargo, mas é mais importante elencar o que se passa ao nosso redor por conta da imprensa, de políticos, OAB, ONGs e etc…

No momento que vivemos uma etapa das mais angustiantes de nossa geração, que se assemelha às dramáticas  ocorrências épicas , que só conhecíamos através de filmes históricos, assistimos os mais estéreis debates sobre questões que minimizam a importância de que os fatos se revestem e demonstram como estamos ainda pequenos para enfrentar desafios que ultrapassam os limites de nossa inteligência.

É surpreendente ver as repercussões que são oferecidas e promovidas em torno de questiúnculas que não têm o menor significado prático, mas que podem provocar estragos desnecessários no ambiente do trabalho hercúleo que se desenvolve para a contenção desse minúsculo micro-organismo que está causando um verdadeiro desmonte na estrutura social e econômica de todo o mundo.

Em uma entrevista coletiva com a presença de todos os ministros envolvidos na força de tarefa, coordenados pelo Ministro Chefe da Casa Civil General Braga Neto, na qual o Ministro da Saúde dá uma verdadeira Aula Magna sobre o assunto, respondendo a centenas de perguntas de autores virtuais e presenciais, somos presenteados com uma pérola jornalística de uma infeliz repórter da Rede Bandeirantes que endereça uma pergunta ao Ministro da Saúde, alertando que se tratava de questão da maior importância, arguindo se ele iria se demitir porque não fora convidado para uma reunião realizada por alguns médicos no Palácio do Planalto.

Ninguém tem o direito de achar que o Presidente Bolsonaro não tem boa intenção e muita preocupação com os destinos do país.

Ninguém pode discordar da angustia porque passa o Chefe da Nação quando se acha entre dois fogos nessa guerra que afeta diretamente a saúde de uma população que exige um esforço gigantesco para preservar  a economia,  que se achava em franco progresso na sua recuperação, combalida que se encontrava, e ao mesmo tempo agir com o seu desmonte por força de um bem maior. Chefe de Estado responsável pela condução do governo tem que se curvar às recomendações cientificas trazidas pelo Ministro da Saúde, que é seu auxiliar, e cuja ação importa nos resultados de seu governo e ao mesmo tempo estar atento aos alertas da área econômica, também do seu governo, sobre o estrago evidente que virá na estrutura econômica do país.

No entanto, no momento que mais se torna necessária a união de todos os brasileiros,  em torno do seu Presidente para saírem  vitoriosos nessa batalha cujos resultados não se conhece, ficamos assistindo à uma saraivada de intrigas, de mentiras, de falsas notícias, de crimes contra o patrimônio, de vaidades idiotas, que nenhum proveito trará para o concerto dessa obra.

Em verdade nem deveríamos estar alertando, por ser tão obvio, que o sucesso ou fracasso de um Ministro de Estado é debitado ou creditado ao governo, como um todo, e, em especial ao Presidente da República. Daí, a imbecilidade de quem fica a propagar a desavença entre o Chefe da Nação e seus auxiliares como se esses agissem sem a concordância ou leniência do outro. É preciso que todos saibam que nada é feito no governo, em todos os níveis, sem a autorização ou pelo menos sem o consentimento do Presidente da República, dos Governadores e dos Prefeitos, tanto é que, em caso de algum deslize quem responde por todos são esses.

Não importa quem sejam os mais íntimos e quais sejam os seus propósitos e suas ações, nefastas ou não, com capacidade para persuadir o Presidente, assim como também não importa quais são os propósitos dos Presidentes das Casas Legislativas, porque a bomba irá estourar na cabeça de todos nós.

Seria melhor, antes de ficar tomando partido como na torcida organizada de clubes esportivos, saber as dificuldades que os governantes estão suportando.

As Nações, todas elas, necessitando de insumos produzidos por poucos países, se digladiando no comercio internacional para ganhar o direito de comprar produtos já contratados a outrem.  Industrias sem expertises na produção de equipamentos necessários à saúde, se esforçando para se adaptar à nova linha de produção. O sistema de distribuição de alimentos, medicamentos e equipamentos tendo que se desincumbir de seus compromissos, com a garantia de sua segurança nas estradas. O agro negócio sem ter o direito de paralisar diante dos desafios dos períodos de safra e entressafra porque não estão sujeitos às questões improvisadas como a pandemia. A população carente, obreira, autônoma ou não, vendo a fome bater às suas portas. A preocupação com a multidão que habita as favelas impedidas de sair para o trabalho pela ameaça da coronavírus e que em face disso perde o seu sustento.

Isso tudo está nas costas do governante a quem as contas são apresentadas.

Enquanto isso, uns desavisados ou mau intencionados estão nas ruas a exigir do governo a liberação da quarentena e outros a exigir o fechamento.

O fato é que um ou outro não tem a responsabilidade da solução.

Imagino o que seria do país se essa pandemia tivesse ocorrido nos governos desses que se dão ao direito de pedir o afastamento do Presidente.

Vamos raciocinar e agir,  nem com o coração e nem com o fígado, deixando que o nosso cérebro possa ter um recesso e nos comandar no sentido da ponderação e da paciência pois, embora não tenhamos a bola de cristal o que estar por vir poderá ser mais drástico a não ser que Deus nos livre de tudo isso.

Nesse recesso assisti o filme “ Noé” sobre fatos bíblicos que a fé cristã professa e que trata de um diluvio determinado por Deus, irritado com os rumos dado pela humanidade.

Pois é…

8 comentários em “FEBEAPÁ

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  1. Considero um absurdo , uma falta de patriotismo, uma canalice, fazer, na ocasião de crise em que estamos vivendo, pesquisa de opinião a respeito da popularidade do Presidente da República. Penso que todos deveriam ignorar tamanha asnice.

    1. É lamentável esse comportamento. Se há interesse em pesquisar alguma coisa, deveria ser dirigido às questões do combate à pandemia. Tudo o mais é oportunismo.

  2. Absurdo pessoas usando a crise que está passando a humanidade para tirar proveito desleal políticos ou econômico.Sera que tem mente sadia e amor ao próximo? Avaliar essas pessoas.

    1. Bom dia. De fato esse é o problema maior no momento. E o pior é que grande parte dessas pessoas estiveram sempre colados a todos os governos e não honraram a nenhum e outras recém chegadas não estão aprendendo o que deveriam aprender. Estou preparando um texto com a avaliação de tudo isso. Obrigado

Excelentes as matérias postadas

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